Is 9.6: Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;
Dentre as predições da vinda do Messias, essa com certeza está entre as mais belas e se analisarmos a fundo veremos o quão profundo ela é.
“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu...” – Cristo foi um ser humano de fato e teve um nascimento normal, mas, diferente de nós, Ele não veio a existir no momento em que foi concebido (mesmo se tratando de uma concepção sobrenatural), muito antes Ele já existia como Filho de Deus, Filho que nos foi dado pelo Senhor.
“...o governo está sobre os seus ombros...” – Jesus, conforme as profecias e a vontade de Deus, veio para ocupar o lugar do trono de Davi e reinar sobre o Seu povo perpetuamente... Cristo em Sua vida deu início ao Seu Reino, mas este só será efetuado de forma completa quando Jesus voltar para exercer domínio político.
Todo rei possui títulos reais e Isaías mostra aqui quatro nomes que expressam o caráter e a grandeza de Cristo, o Rei dos reis. Esses títulos são formados cada um por duas palavras:
Maravilhoso Conselheiro – Dentre outras coisas, Jesus é sabedoria de Deus revelada a nós (1 Co 1:30). Ele é o “logos”, a Palavra. Além de Rei Ele é o grande Mestre. Seu Conselho é a verdade, seu ensino é incomparável... Cheio de pureza e justiça como o de nenhum outro já foi ou poderia ser. Podemos ver isso através de seus sermões, parábolas e profecias.
Deus Forte – Jesus não foi apenas um homem, ou alguém divino como muitos têm alegado. Ele era, ainda é e sempre será Deus. (Jo 1.1). John A. W. Haas disse que “Cristo não foi um homem que ousou ser Deus, mas Deus que se dignou ser homem”
Pai da Eternidade – Sendo Deus, Jesus é eterno. Nem mesmo a morte pode vencê-lO (1 Co 15:3-8; Rm 14:9) Por ser o Pai da eternidade, o dono do tempo, Cristo é o portador da vida eterna (Ap 21:6) e pode dá-la a todos quantos desejar.
Príncipe da Paz – Jesus também é o detentor da paz: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (Jo 14.27) Como o próprio Jesus disse, não se trata da paz que o mundo ensina: não é ausência de conflitos políticos, de problemas ou de dificuldades. Trata-se da verdadeira paz que só Ele pode dar, a paz interior. A paz gerada pelo alívio e libertação do jugo dos pecados, a paz para com Deus (Cl 1:19-22; Rm 5:1), a paz gerada pela fé e o convívio diário com o Senhor...
Jesus: Sua humanidade, realeza, preexistência, divindade, sabedoria, divindade, grandeza, soberania, eternidade, paz... Seu caráter foi profetizado muito antes de Seu nascimento, foi verificado em Sua vida na terra, é vivenciado todo dia hoje e será reafirmado em Sua volta ao mundo. Maranata, Vem Senhor Jesus!!!
terça-feira, 27 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Será que estamos sozinhos?
“Será que estamos sozinhos?” A primeira vez que vi um texto com esse título, ele tratava sobre a existência dos extraterrestres (ETs). Afinal, existem esses seres verdinhos e estranhos que pintam a nossa imaginação? Alguns defendem veementemente que sim, mostrando até supostas “provas” como vídeos e fotos dos chamados discos-voadores. Outros acham isso tudo um grande absurdo. Depois que terminei de ler fiquei pensando comigo mesma: “como nós homens somos incoerentes!” Como é possível que tantas pessoas acreditem na existência de ETs e se preocupem tão pouco com a existência de Deus? Outras consideram que há uma possibilidade que eles existam, mas desconsideram totalmente a possibilidade que um Deus Pessoal e Criador exista.
Não estou aqui tentando negar ou afirmar a existência de ETs. Apenas me questiono em como podemos querer negar de todas as formas possíveis que algo que está tão perto de nós? A mídia de hoje, por exemplo, tem produzido vários livros, revistas, programas e principalmente filmes tentando aguçar na mente dos espectadores a idéia dos tais homens verdinhos, enquanto que ao mesmo tempo produz em massa obras tentando mostrar que Deus não existe.
Muitos criam estórias dizendo como a nossa vida seria diferente se nosso planeta fosse invadido por ETs. Se ETs existem eu não sei. Mas se há algo real e capaz de transformar completamente as nossas vidas esse Alguém é Deus. A verdade é que Ele está em todos lugares, dando provas da sua existência em Sua obra. Certa vez, um professor agnóstico gracejou com uma de suas alunas: “Eu lhe darei uma laranja se você me disser onde Deus está.” Ela, então lhe respondeu: “Eu lhe darei duas laranjas se o senhor me informar onde Ele não está.”
Quando olhamos para o maravilhoso mundo a nossa volta temos que realmente nos perguntar se realmente tudo pode ter surgido do nada. Não sei como algo irracional, como a matéria, ou simplesmente um “nada” pode ter criado um universo tão complexo e detalhado que funciona com perfeição. E se tudo tivesse surgido do nada, o que sustentaria esse mundo? O que impede que os planetas se choquem um no outro? O que faz continuar vir a chuva para regar os vegetais? Ah, são as leis da natureza, alguns poderiam dizer. Mas quem instituiu essas leis? Até mesmo a idéia de criar leis naturais tem que ter surgido de Alguém racional. E só há ordem, onde há um governador. E nós? Se somos seres racionais e inteligentes, capazes de memorizar fatos, planejar, construir, devemos ter sido criados por Alguém com uma capacidade e inteligência bem maior do que a nossa. E se somos capazes de sentir, devemos ter sido formados por Alguém com sentimentos ainda mais perfeitos do que nós.
Até a nossa vontade de provar que existem seres como uma inteligência e tecnologia mais avançadas do que a nossa mostra o que sabemos em nosso íntimo: existe algo maior e superior a todos nós. Sim, existe e esse Alguém é DEUS.
Rui Barbosa disse que “Deus é a chave, inevitável do universo, a incógnita dos grandes problemas insolúveis. Deus é a necessidade das necessidades.”
Mesmo Voltaire, um filósofo ateu, no final da sua vida disse: “Se Deus não existisse, seria necessário inventá-Lo... Toda natureza está gritando que Ele existe.”
Não há como ignorarmos a existência e a presença de Deus.
Veja o que o salmista Davi disse sobre Deus: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá.” (Sl 139:7-10)
Portanto, a melhor resposta para a pergunta feita no início é: não, nós não estamos sozinhos.
Não estou aqui tentando negar ou afirmar a existência de ETs. Apenas me questiono em como podemos querer negar de todas as formas possíveis que algo que está tão perto de nós? A mídia de hoje, por exemplo, tem produzido vários livros, revistas, programas e principalmente filmes tentando aguçar na mente dos espectadores a idéia dos tais homens verdinhos, enquanto que ao mesmo tempo produz em massa obras tentando mostrar que Deus não existe.
Muitos criam estórias dizendo como a nossa vida seria diferente se nosso planeta fosse invadido por ETs. Se ETs existem eu não sei. Mas se há algo real e capaz de transformar completamente as nossas vidas esse Alguém é Deus. A verdade é que Ele está em todos lugares, dando provas da sua existência em Sua obra. Certa vez, um professor agnóstico gracejou com uma de suas alunas: “Eu lhe darei uma laranja se você me disser onde Deus está.” Ela, então lhe respondeu: “Eu lhe darei duas laranjas se o senhor me informar onde Ele não está.”
Quando olhamos para o maravilhoso mundo a nossa volta temos que realmente nos perguntar se realmente tudo pode ter surgido do nada. Não sei como algo irracional, como a matéria, ou simplesmente um “nada” pode ter criado um universo tão complexo e detalhado que funciona com perfeição. E se tudo tivesse surgido do nada, o que sustentaria esse mundo? O que impede que os planetas se choquem um no outro? O que faz continuar vir a chuva para regar os vegetais? Ah, são as leis da natureza, alguns poderiam dizer. Mas quem instituiu essas leis? Até mesmo a idéia de criar leis naturais tem que ter surgido de Alguém racional. E só há ordem, onde há um governador. E nós? Se somos seres racionais e inteligentes, capazes de memorizar fatos, planejar, construir, devemos ter sido criados por Alguém com uma capacidade e inteligência bem maior do que a nossa. E se somos capazes de sentir, devemos ter sido formados por Alguém com sentimentos ainda mais perfeitos do que nós.
Até a nossa vontade de provar que existem seres como uma inteligência e tecnologia mais avançadas do que a nossa mostra o que sabemos em nosso íntimo: existe algo maior e superior a todos nós. Sim, existe e esse Alguém é DEUS.
Rui Barbosa disse que “Deus é a chave, inevitável do universo, a incógnita dos grandes problemas insolúveis. Deus é a necessidade das necessidades.”
Mesmo Voltaire, um filósofo ateu, no final da sua vida disse: “Se Deus não existisse, seria necessário inventá-Lo... Toda natureza está gritando que Ele existe.”
Não há como ignorarmos a existência e a presença de Deus.
Veja o que o salmista Davi disse sobre Deus: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá.” (Sl 139:7-10)
Portanto, a melhor resposta para a pergunta feita no início é: não, nós não estamos sozinhos.
terça-feira, 16 de março de 2010
Bíblia, um livro fascinante
Muitos têm desprezado a Bíblia. Alguns dizem que não passa de um romance, outras de um livro de histórias ou ainda, de fábulas. De fato, ela não tem recebido o devido valor que merece, até mesmo crentes ou pessoas que se dizem “crentes”, a tem considerado ultrapassada e obsoleta. A verdade é que a Bíblia é o livro mais atual e poderoso que existe. Fala tanto de coisas do passado, quanto do presente e o melhor revela parte do que acontecerá no futuro. Mas, para que você descubra isso é necessário que você a leia e a estude.
A bíblia é um livro peculiar... Ela teve 40 escritores diferentes que viveram em tempos e lugares diferentes. Possuíam profissões e culturas diferentes: uns foram reis, outros pescadores, outros agricultores, outros guerreiros, etc. Viveram e testemunharam experiências diferentes, mas todas marcadas por algo em comum: a mão de Deus. Ele mesmo os guiou a escreverem durante um período de aproximadamente 1600 anos. Não é incrível? Mais incrível que isso é saber que apesar disso, ela trata dos mesmos assuntos, possui o mesmo propósito (a glória de Deus) e não contém nenhuma contradição comprovada até hoje.
Trata-se de um livro “mágico”, capaz de transformar vidas e nações inteiras, isso porque ela tem a extraordinária virtude de mostrar quem nós somos realmente. Funciona como um manual que diz-nos como proceder em meio a qualquer dificuldade e ainda alimenta a nossa alma.
Porém, se parece difícil acreditar no que estou dizendo, veja você mesmo o que outros homens importantes falaram sobre ela:
“A Bíblia é o primeiro dos nossos tesouros nacionais.” – George V, Rei da Inglaterra
“A Bíblia é o único livro que nos revela as realidades da eternidade.” – Mattew Hale
“A Bíblia revela o coração ímpio do homem e o coração indulgente de Deus.” – Thomas
Watson
“É impossível governar o mundo realmente sem Deus e a Bíblia” – George Washington
“A Bíblia, a grande lição e a grande consolação” – Eça de Queirós
“A Bíblia tem Deus por autor, a salvação por fim, e a verdade, sem mistura alguma de erro, como conteúdo.” – John Locke
“Considero as Escrituras a filosofia mais sublime. Há sinais mais seguros de autoridade na Bíblia do que em qualquer história profana.” – Isaac Newton
“Eu creio que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus ofertou ao homem. Toda a bondade do Salvador do mundo nos é comunicada através desse livro.” – Abraham Lincoln
“Neste pequeno Livro há mais poder para salvar os homens, purificar, alegrar e embelezar suas vidas do que em todos os demais livros colocados juntos.” – Dr. R. A. Torrey
“Tenho lido muitos livros sagrados; mas este livro me lê.” – Goethe
“A existência da Bíblia, como o livro para o povo, é o maior benefício que a raça humana já experimentou. Todo esforço por diminuí-la é um crime contra a humanidade.” – Immanuel Kant
“Eu sou homem de um só livro, este é a Bíblia.” – Abraham Lincoln
“A Inglaterra tem dois livros: a Bíblia e Shakespeare. A Inglaterra produziu Shakespeare, e a Bíblia, a Inglaterra.” – Victor Hugo
“Eu amo a Bíblia. Leio-a todos os dias, e, quanto mais a leio, tanto mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo. Admiro na Bíblia a Sua simplicidade, as suas repetições e as reiterações da verdade.” – D. Pedro II
A bíblia é um livro peculiar... Ela teve 40 escritores diferentes que viveram em tempos e lugares diferentes. Possuíam profissões e culturas diferentes: uns foram reis, outros pescadores, outros agricultores, outros guerreiros, etc. Viveram e testemunharam experiências diferentes, mas todas marcadas por algo em comum: a mão de Deus. Ele mesmo os guiou a escreverem durante um período de aproximadamente 1600 anos. Não é incrível? Mais incrível que isso é saber que apesar disso, ela trata dos mesmos assuntos, possui o mesmo propósito (a glória de Deus) e não contém nenhuma contradição comprovada até hoje.
Trata-se de um livro “mágico”, capaz de transformar vidas e nações inteiras, isso porque ela tem a extraordinária virtude de mostrar quem nós somos realmente. Funciona como um manual que diz-nos como proceder em meio a qualquer dificuldade e ainda alimenta a nossa alma.
Porém, se parece difícil acreditar no que estou dizendo, veja você mesmo o que outros homens importantes falaram sobre ela:
“A Bíblia é o primeiro dos nossos tesouros nacionais.” – George V, Rei da Inglaterra
“A Bíblia é o único livro que nos revela as realidades da eternidade.” – Mattew Hale
“A Bíblia revela o coração ímpio do homem e o coração indulgente de Deus.” – Thomas
Watson
“É impossível governar o mundo realmente sem Deus e a Bíblia” – George Washington
“A Bíblia, a grande lição e a grande consolação” – Eça de Queirós
“A Bíblia tem Deus por autor, a salvação por fim, e a verdade, sem mistura alguma de erro, como conteúdo.” – John Locke
“Considero as Escrituras a filosofia mais sublime. Há sinais mais seguros de autoridade na Bíblia do que em qualquer história profana.” – Isaac Newton
“Eu creio que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus ofertou ao homem. Toda a bondade do Salvador do mundo nos é comunicada através desse livro.” – Abraham Lincoln
“Neste pequeno Livro há mais poder para salvar os homens, purificar, alegrar e embelezar suas vidas do que em todos os demais livros colocados juntos.” – Dr. R. A. Torrey
“Tenho lido muitos livros sagrados; mas este livro me lê.” – Goethe
“A existência da Bíblia, como o livro para o povo, é o maior benefício que a raça humana já experimentou. Todo esforço por diminuí-la é um crime contra a humanidade.” – Immanuel Kant
“Eu sou homem de um só livro, este é a Bíblia.” – Abraham Lincoln
“A Inglaterra tem dois livros: a Bíblia e Shakespeare. A Inglaterra produziu Shakespeare, e a Bíblia, a Inglaterra.” – Victor Hugo
“Eu amo a Bíblia. Leio-a todos os dias, e, quanto mais a leio, tanto mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo. Admiro na Bíblia a Sua simplicidade, as suas repetições e as reiterações da verdade.” – D. Pedro II
As "Onis" do Espírito
Somos ensinados desde pequenos nas igrejas, a crer que o Espírito Santo é Deus. Mas, como Ele é? Ele é onisciente, onipresente e onipotente?
Onisciente – Como o Pai e o Filho, Ele sabe de todas as coisas. 1 Co 2:10,11 diz “... porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.” Vemos, então que o Espírito possui o mesmo conhecimento que o Pai, isto é o conhecimento de todas as coisas. (cf. Is 11:2; Jó 32:8; Is 40:13)
Onipresente – Ele está em todos os lugares. Davi expressa bem essa verdade de forma poética ao perguntar: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também” (Sl 139:6,7)
Onipotente – Seu poder: é manifesto na obra da criação: Jó 33:4; Sl 104:30; foi conferido a certos homens Mq 3:8; Ez 3.12; Jl 2.28; At 1:8; Rm 15:13; 15:19; a Jesus Mt 12.28; Rm 1:4; Lc 4:14,18; Is 42:1; 61:1; no seu poder de ensinar Ne 9.20, Lc 12.12; Jo 14:26; 16:13 1 Co 2:13, de regenerar Jo 3:5,6. Sendo Deus, o Espírito, então tem todo o poder (Jó 42:2; 2 Co 13.13, Mt 28:19)
Assim, erramos todas as vezes que negligenciamos o estudo do Espírito colocando-O em posição inferior aos de Deus Pai e Filho. Esse certo "desprezo", deve ser evitado por nós, pois Ele é Deus, nos ama (Ele é aquele que veio para nos consolar), habita em nós e somente através de Sua obra nossos olhos são abertos e podemos ser salvos e renovados.
Onisciente – Como o Pai e o Filho, Ele sabe de todas as coisas. 1 Co 2:10,11 diz “... porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.” Vemos, então que o Espírito possui o mesmo conhecimento que o Pai, isto é o conhecimento de todas as coisas. (cf. Is 11:2; Jó 32:8; Is 40:13)
Onipresente – Ele está em todos os lugares. Davi expressa bem essa verdade de forma poética ao perguntar: “Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também” (Sl 139:6,7)
Onipotente – Seu poder: é manifesto na obra da criação: Jó 33:4; Sl 104:30; foi conferido a certos homens Mq 3:8; Ez 3.12; Jl 2.28; At 1:8; Rm 15:13; 15:19; a Jesus Mt 12.28; Rm 1:4; Lc 4:14,18; Is 42:1; 61:1; no seu poder de ensinar Ne 9.20, Lc 12.12; Jo 14:26; 16:13 1 Co 2:13, de regenerar Jo 3:5,6. Sendo Deus, o Espírito, então tem todo o poder (Jó 42:2; 2 Co 13.13, Mt 28:19)
Assim, erramos todas as vezes que negligenciamos o estudo do Espírito colocando-O em posição inferior aos de Deus Pai e Filho. Esse certo "desprezo", deve ser evitado por nós, pois Ele é Deus, nos ama (Ele é aquele que veio para nos consolar), habita em nós e somente através de Sua obra nossos olhos são abertos e podemos ser salvos e renovados.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O que é escatologia?
A palavra “Escatologia” vem do grego (éschatos = "último", logos ="estudo"), que quer dizer: Estudo ou Doutrina das Últimas Coisas. É um tema muito importante e têm fascinado a muitos, pois trata do futuro do mundo, abordando temas como: fim do mundo, reino milenar, volta de Cristo, arrebatamento da igreja, juízo final, o estabelecimento de novos céus e nova terra, etc.
O tema é abordado tanto no Velho quanto no Novo Testamento (Ex. nos livros: Daniel e Apocalipse). É também um tema muito polêmico.
O tema é abordado tanto no Velho quanto no Novo Testamento (Ex. nos livros: Daniel e Apocalipse). É também um tema muito polêmico.
Talvez o assunto mais polêmico seja o reino milenar citado em Ap 20:1-6. Alguns teólogos interpretam essa passagem de forma literal, outros de forma alégórica. Há basicamente três posições: a dos amilenistas - os que negam um reino de Cristo literal na terra -, os pós-milenistas - que crêem que Cristo virá depois do milênio e que esse milênio não se constituirá de mil anos literais - e os pré-milenistas - acreditam num reino literal e na volta de Cristo antes desse milênio.
Outro assunto, igualmente, polêmico é se a igreja de Cristo terá que passar pela tribulação. Quanto a isso, as duas linhas de pensamento mais fortes são: o pré-tribulacionismo - diz que a igreja será arrebatada antes da grande tribulação - e o pós-tribulacionismo - afirma que a igreja irá passar pela tribulação, mas que terá a proteção de Cristo. Dentre outras posições intermediárias temos: o meso-tribulacionismo - diz que Cristo virá no meio da tribulação - e o arrebatamento parcial - diz que Cristo irá arrebatar apenas os cristãos "fiéis".
O que leva alguém a pecar?
- Satanás – junto com os demônios, é nosso inimigo (1 Pe 5.8, Ef 6.12; Mt 13.39). A Bíblia nos fala que ele nos arma ciladas (Ef 6.11, I Tm 3.7; 2 Tm 2:26) e quer nos destruir (1 Pe 5.8). Satanás não poupa a ninguém, porém só tenta pessoas com a permissão de Deus (Jó 1:6-12; Jó 2:1-7; Lc 10.17). Tentou até mesmo o Senhor Jesus (Lc 4:1-13; Mt 4:1-11; Mc 1:12,13) ao ponto de propor que Cristo se prostrasse diante dele (Lc 4:5-7; Mt 4:8-10) – que ousadia! Suas tentativas foram, entretanto todas frustradas, pois Jesus é o Santo de Deus: “... foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.” (Hebreus 4:15). “Pois, naquilo que Ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados.” (Hebreus 2:18). Assim, Cristo tornou possível o vencê-lo:“Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” (1 João 3:8), resistindo-lhe, através de nossa submissão ao Senhor (Tg 4:7), e revestindo-nos da armadura de Deus. A Bíblia nos diz que: “Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno.” (2 Tessalonicenses 3:3) e que ele será destruído (Mt 25:41; Ap 20:10).
- Mundo – Podemos definir o mundo como o sistema de vida sem a luz de Cristo no qual vivemos. O mundo oferece atrativos e tesouros aparentemente “irresistíveis” que podem nos levar a pecar (1 Jo 5:19). A Bíblia nos adverte seriamente, em 1 Jo 2.15-17:“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.” Como consolo Jesus nos diz que já venceu o mundo: “ Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”( João 16:33) Além de que o amor às preocupações e aos cuidados deste mundo, mesmo os que não são pecado, podem afastar o nosso coração de Deus.
“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” (Mt 6:19-21)
- Carne – Não podemos jogar a culpa do nosso pecado inteiramente no diabo, como muitos fazem. Todos nós somos culpados pelo nosso pecado, pois a Bíblia fala que: “Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz.” (Tiago 1:14) Todos nós possuímos uma natureza pecaminosa – desejo ardente de fazer o mal -, um coração desesperadamente corrupto (Jr 19.17). Paulo declara isso clarmente em Rm 7:14-25. No v. 18, ele diz: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo.” Todos nós nascemos com a natureza pecaminosa (Sl 51.5), mas quando nos convertemos Deus nos dá uma nova natureza (2 Co 5.17) e a partir de então, inicia-se uma verdadeira guerra dentro de nós entre a nossa carne e o espírito (Gl 5:16-17). Mais uma vez, a receita para vencer os desejos da carne está em Deus: “mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências.” (Romanos 13:14) Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. (Gálatas 5:16)
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Os objetivos da igreja
É necessário que uma igreja, como toda organização, esteja firme em seus objetivos. Para isso é preciso, primeiramente traçá-los ou ainda, descobri-los. Rick Warren completa, dizendo que: “Absolutamente nada revitalizará mais uma igreja desencorajada do que redescobrir o seu propósito.”
Os objetivos gerais – ou primordiais – de todas as igrejas devem ser os mesmos, pois são aqueles (ou pelo menos devem ser aqueles) que foram estabelecidos por nosso Senhor Jesus Cristo. Deles devem depender toda e qualquer atividade feita pela igreja. “Igrejas fortes não são construídas sobre programas, personalidades ou artifícios, e sim sobre os propósitos eternos de Deus.” 2Basicamente podemos resumir os objetivos gerais de uma igreja, em cinco:
Os objetivos gerais – ou primordiais – de todas as igrejas devem ser os mesmos, pois são aqueles (ou pelo menos devem ser aqueles) que foram estabelecidos por nosso Senhor Jesus Cristo. Deles devem depender toda e qualquer atividade feita pela igreja. “Igrejas fortes não são construídas sobre programas, personalidades ou artifícios, e sim sobre os propósitos eternos de Deus.” 2Basicamente podemos resumir os objetivos gerais de uma igreja, em cinco:
- Glória de Deus – a igreja de Cristo existe primeiramente para glorificar e exaltar o nome do Senhor. Desse objetivo dependem todos os demais, pois tudo o que é feito deve ser feito para a glória de Deus. (Rm 15:5-9; 1 Co 10:31; 2 Co 1:20; Fl 1:9-11; 1 Pe 4:7-11; 1 Pe 4:14-16)
- Serviço – o Senhor Jesus foi o mais perfeito modelo de serviço e o deixou como exemplo para a igreja (Mc 10:42-45; Fl 2:5-11). Paulo também fala da importância do serviço cristão e da diversidade de serviços (1 Co 12:5; Ef 4:7-11; Rm 12:11; Ef 2:10; Tt 3:8)
- Evangelismo – a igreja de Cristo existe para cumprir a grande comissão: o ide (Mc 16:15; Mt 28:19-20) Podemos notar que durante toda a história do surgimento da igreja, ela apresentou um espírito missionário (At 2-28). É através de evangelismo e do discipulado que a igreja de Deus cresce e se expande por todo o mundo.
- Comunhão – Jesus enquanto estava aqui na terra pediu ao Pai que nos tornássemos um (Jo 17). A igreja primitiva inicialmente conseguiu atingir bem esse alvo (At 2:32-47; 4:32-35). A Bíblia deixa claro que a comunhão é para o aperfeiçoamento dos santos no amor, isto é o crescimento do amor cristão (Cl 3:12-17; Jo 17:22,23; 2 Co 13:11; 1 Jo 4:12; 1 Pe 4:8; 1 Co 12:12-26)
- Edificação – um dos principais objetivos da igreja: o crescimento espiritual de seus membros (1 Ts 5:11; Ef 4:7-15; 2 Pe 3:18; 1 Co 14:12; ): “Seja tudo feito para edificação.” (1 Co 14:26)
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